domingo, 10 de fevereiro de 2008

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ESPECIAL VOU NA ZONA BH - GUAICURUS

REPORTAGEM INTERESSANTE:

O grande circuito pra quem aprecia mulher e cinema está no centrão de BH
Belo Horizonte é uma cidade bonita, que tem lá seus pontos turísticos mais famosinhos – das obras do Niemayer na Pampulha até a praça construída especialmente para a visita do Papa -, mas peca por não valorizar outros lugares bem mais legais.



A rua Guaicurus, por exemplo, poderia perfeitamente estar estampada nos cartões postais da capital mineira. Tão tradicional quanto o Mercado Central, ao mesmo tempo em que fica localizada no mesmo quarteirão que as modernas instalações dos shoppings populares Oiapoque e Tupinambás, esta rua é velha conhecida dos belo-horizontinos desde os primórdios da cidade. Se você perguntar para o seu pai se ele a conhece, pode ser até que consiga uma resposta não muito direta - ou então a conversa pode, abruptamente, tomar outro rumo, sem explicação qualquer para justificar tal intertextualidade repentina. A verdade é que, se ele realmente nunca ouviu falar da Guaicurus, das duas uma: ou está há pouco tempo na cidade, ou está há pouco tempo na vida. Porque belo-horizontino de verdade tem a obrigação de saber onde fica o endereço em que as putas cobram pelo programa um valor equivalente ao que você gasta com a passagem de ônibus – ainda que de ida e volta - para chegar ao local.
Puteiro é um negócio que deu tão certo que, desde que inventaram, nunca precisou de upgrades para permanecer no mercado – e sua freguesia só aumentou. Pode-se dizer, sem muita ajuda dos historiadores, que a profissão mais velha do mundo foi a principal precursora da indústria do entretenimento da qual tanto se fala hoje. Aliás, esta instituição está presente, ainda que por debaixo dos panos, nas mais animadas conversações de fim de festa que acontecem - das desbocadas rodas do proletariado aos mais reservados eventos aristocráticos - desde que o homem se deu por gente e vice-versa. Pode confirmar por aí. Puteiros são mais antigos do que a Grécia Antiga, com todas as suas filosofias e dramaturgias que originaram o teatro e, conseqüentemente, o cinema. Sendo assim, não é de se espantar que este, mesmo surgindo somente no último século, tenha tanto em comum com a mais antiga manifestação do entretenimento de que se tem notícia. O apelo ao público, seja nas camas de bordel ou nas poltronas de cinema, é universal: e isso sim, parafraseando um dos mais populares compositores brasileiros, "explica porque o sexo é assunto popular".
Então que a pornografia, esta manifestação tão autêntica da sétima arte, pode ser considerada um resgate das raízes da nossa cultura. E é muito bonito ver que tem gente realmente preocupada em divulgar este movimento, não só para as elites, mas também para as camadas marginalizadas da sociedade (ou você pensa que é todo mundo que pode ter um aparelho de DVD? – tá bom, hoje em dia é, mas, mesmo assim, há quem ainda não tenha se rendido à invasão dos piratas), tudo sem o apoio do governo belo-horizontino. Você repare, por exemplo, no atual cenário cultural que se instalou na esquina da Guaicurus com a São Paulo depois do advento tecnológico das máquinas de fliperama, bingos eletrônicos, lan houses, etc. Antes, as opções para o cinéfilo, no local, se restringiam à programação oferecida em salas de cinema como as dos saudosos Cine Caribe, Cine Havana e Cine Los Angeles (este último, um dos mais tradicionais do circuito adulto de BH, atualmente exibe lançamentos semanais – com tecnologia dolby stereo - ao custo de R$5,00 a entrada, sendo que as acompanhantes entram for free e estudante que apresentar carteirinha paga só meia), todos instalados na famosa alameda. Hoje, o amante desta vertente cinematográfica encontra opções mais condizentes com o ritmo de "ditadura fast-food" que tomou conta da nossa época: é o caso das "cabines de exibição individual" que, para a alegria dos que se satisfazem com bons 5min de putaria na telinha, agora tomam conta da praça.
O próprio Cine Los Angeles, ícone da velha guarda, se adaptou aos novos tempos e agora disponibiliza as tais cabines pelo "menor preço de BH". Não dá pra dizer, com convicção, que R$0,50 por 5min de exibição é o menor preço de BH, mas que é o mais barato que você consegue por ali, isso é. Talvez o estabelecimento possa oferecer este preço em função do ponto de ônibus, localizado na sua porta, que promove uma fila de meio quarteirão de gente feia aguardando, ali mesmo, a hora de voltar pra casa – ou não -, todos os dias. Falando assim parece exagero, mas, ao visualizar a cena em que figuram os pôsteres das atrizes suecas mais gostosas e bem tratadas do mundo, lado a lado a toda uma fauna composta por bêbados banguelas, mendigos cobertos da poeira do asfalto, evangélicas com problemas de obesidade mórbida e auto-estima – e que fazem comentários despeitados e viram a cara ao verem as vaginas raspadas nos tais cartazes -, além dos moleques magrelos que insistem em pedir uma moeda a cada pessoa da fila, você há de concordar que feia não é um termo tão pejorativo assim quando usado como eufemismo para miserável. Mas a questão não é bem essa. Assim como a rotatividade de homens entrando e saindo dos estabelecimentos é alta e constante em todo o comércio daquela região central, das 9h às 21h, ali não seria diferente. E fazer uma pausa rápida na correria do dia a dia pra dar o que o pessoal dali chama de uma "relaxadinha básica" é fundamental, né não?
Todavia, o preço não é o único atrativo das casas desse ramo. A Vídeo Sex, localizada a poucos passos do Cine Los Angeles (mais precisamente no nº 143 da São Paulo, fazendo esquina com a Guaicurus), cobra R$1,00 por 7min de exibição, mas oferece outras vantagens. Suas instalações ocupam três andares (\o/) e oferecem, além das cabines eróticas que são, segundo os dizeres da vitrina, "super higiênicas", também as opções de ambiente com barzinho e locadora de filmes para serem exibidos nas próprias. O primeiro piso é meio sujão, mal iluminado e tem clima de casa dos horrores. Logo na entrada, você dá de cara com uma mulher de meia-idade com um penteado de salão barato vendendo fichas de dentro de uma daquelas bilheterias gradeadas, enquanto, ao lado da "jaula", um carinha faz as vezes de segurança do recinto, não raro com um Derby na boca. Ao ver as guimbas de cigarro jogadas pelo cimentado do chão, a impressão que se tem é de que não há diferença entre andar por ali ou pelo passeio em frente ao estabelecimento, onde todo dia milhares de pessoas imprimem resquícios de sola de calçado, embalagem de pipoca, o catarro esverdeado tão comum em épocas friorentas e... as guimbas que não acabam nunca. O lugar cheira a desinfetante de quinta categoria. A disposição das cabines se assemelha bastante à das lan houses, com a diferença de que as divisórias são mais altas, a ponto de quase atingirem o teto, e possuem portas que trancam por dentro – lógico. O sujeito entra, põe a ficha no local indicado (como nas máquinas de fliperama), e a diversão começa na televisão suspensa por um suporte numa altura de aproximadamente uns 2m. Lembra dos dizeres da vitrina? Pois é. Alçado ao suporte da televisão, um rolo de papel higiênico branquinho encontra-se ali para qualquer eventualidade. E parece que a lixeira, ao invés de ficar à mostra dentro das cabines, é escondida em um espaço atrás da divisória, cujo acesso se dá por um buraquinho até que simpático. Também tem uma cadeirinha móvel pra quem quiser se sentar e ficar mais à vontade.
O esquema do segundo piso da Vídeo Sex é basicamente o mesmo, mas as cabines são em menor número e há o espaço do bar, que na verdade é um balcão com alguns banquinhos para se alocar. Nada de mesas, pinguços ou mulheres de programa. O cliente que chega ali, após subir uma escada do corredor iluminado por uma sugestiva lâmpada de luz negra, não encontra sequer música ambiente. Tampouco putaria alguma – que fica restrita somente à área interior das cabines. Surpreendentemente, o que passa na televisão dependurada na parede do recinto enquanto meia dúzia de camaradas conversam de boa é Telecine Premium, e não o canal do Buttman. Já o terceiro andar tem cara de locadora. As paredes do aposento funcionam como prateleiras para as centenas de DVDs pornôs disponíveis no acervo - e ainda tem duas estantes emparelhadas no meio da sala. As cabines também estão presentes aqui, mas em um lugar reservado no fundo da loja. Se você perguntar, o atendente vai te informar que os títulos disponíveis não são para locação, mas apenas para apreciação no local: a pessoa vai, escolhe pela capa o filme que lhe agrada e, na seqüência, é só levar para uma das cabines equipadas com aparelho de DVD e mandar ver no entretenimento. Meia hora da brincadeira sai a quatro conto (a média de um conto a cada 7min, conforme manda a lei – no caso, a do bom senso).
Seguindo Guaicurus afora, já no quarteirão que fica do outro lado da São Paulo, o transeunte mais desavisado é surpreendido por uma série de letreiros, todos eles revezando-se na função de anunciar ora produtos diversos vendidos por 1,99, ora vinhetas eróticas exibidas por R$1,00 os 10min. Este, aliás, é o preço do churrasquinho que empesteia com cheiro forte toda a calçada em frente ao Relax Fantasy, um anexo do hotel Onda Livre localizado no nº 602. O recinto lembra um galpão de estacionamento – provavelmente o único negócio mais lucrativo no centro da cidade -, cuja entrada, além de contar com os "atrativos" do churrasquinho e do pagodão comendo solto na máquina de karaokê, apresenta também um puta cartaz de um vídeo da Brasileirinhas (a produtora que reina soberana em todo o circuito local), adentrando mais alguns passos ali. Um detalhe que chama atenção neste cartaz é o protagonista do filme, ninguém menos do que o Oliver daquele quadro "Teste de Fidelidade" do programa do João Kléber. Realmente, o cara é muito gostoso. Mas, por outro lado, fica meio estranho ele ter mais destaque do que as tetéias – você pagou pra ver as tetéias e não um marmanjo, certo? Outros caras famosos também figuram na mesma linha de cartazes, como é o caso do "blue eyes" Mateus Carrieri e do hors concours Alexandre Frota. E, quando o sujeito que está ali pra apreciar a espécie feminina começa a ficar puto com a produtora, eis que surgem, majestosas, a ex-malandrinha Vivi Fernandez e a coroa mais enxuta do pedaço: Rita Cadillac. Procurando no Google, dá pra descobrir que o nome real da primeira é Viviane Moreira Fernandes (com "s") e que, antes, ela só filmava com o namorado. Já a última, patrimônio nacional que ostenta o título de "rainha dos presidiários", vem de uma longa carreira como stripper e mereceria, sem sobra de dúvida, por sua performance nos palcos e nas telonas - onde não há lugar para presepadas com o fotoshop, vai lá e confere -, uma estátua no museu de cera de São Paulo, se tal instituição de fato existisse. Um dia hão de inventar, se Deus quiser.
Pode ser que te interesse saber um pouco mais sobre a Brasileirinhas, e por isso vale resgatar aqui alguns dados tirados do perfil do diretor J. Gaspar – estrela da produtora - que a Martha Mendonça fez para a revista Época (revistaepoca.globo.com), intitulado "O rei do filme pornô". Acerca de oito anos trabalhando nesta indústria, o físico formado pela USP já fez, aos 36 anos de idade, mais de 50 filmes. Martha buscou estimativas da maior distribuidora do ramo pornô, a Unifilme, para constatar que as produções assinadas por Gaspar custam o dobro do que é investido nos filmes pornô convencionais, mas, por outro lado, faturam pelo menos 20 vezes mais. Seus filmes têm vendagem de 60mil cópias, enquanto os outros raramente saem da marca das 2mil. Nas páginas da Época estimou-se que, enquanto o cachê de um ator pornô desconhecido gira em torno de R$1.500, as celebridades da Brasileirinhas levariam algo como R$300mil por filme. A produtora tem se dado muito bem resgatando de volta para a fama personalidades como a dançarina Gretchen (La Conga pra você também, companheiro!) e a eterna musa adolescente Regininha Poltergeist.
Mas voltando ao assunto. Um repórter pode até falar uma monte de merda quando escreve uma matéria de cunho cultural cujo tema é a própria putaria – ainda que esta aconteça apenas no universo da sétima arte. Contudo, ele seria meio babaca com o leitor se omitisse que, no decorrer do processo jornalístico em questão, o povo do meio foi meio chato em relação a deixar tirar fotografias dos locais visitados e, em função deste contratempo, tal repórter teve que complementar a ilustração gráfica da matéria com imagens arranjadas na internet mesmo. Isso porque, é claro, o sujeito foi inexperiente o suficiente pra chegar lá, bater a foto e sair saindo antes que alguém perguntasse qualquer coisa - ao invés de querer conversar com o gerente pra ver se não tinha problema, e tal (e é claro que tinha, sempre tem.) E, se existe algo de realmente intrigante a ser observado no ramo das casas de filme erótico do centro, é justamente isso: o pessoal não se importa de esfregar, bem na cara do cidadão, a xoxotinha das atrizes que pula, sem o menos constrangimento, diretamente dos cartazes para o passeio afora - na exclusiva missão de deixar a galera de pau duro. Mas tirar foto da parada, isso não pode.
Acontece algo semelhante no Cine Caribe (partindo do Relax fantasy, é só atravessar a rua que você chega lá). A bilheteria do lugar é tão supimpa que tentar descrevê-la com palavras é um gesto de desmerecimento para com o patrimônio histórico de Belo Horizonte. Tem que mostrar é a imagem. Mas não pode. Então o dilema se repete, mas enfim. O senhor grisalho que fica na portaria, por sinal mais gente fina, informa direitinho sobre o funcionamento do estabelecimento e até joga uma conversinha fora – embora seja meio surdo - com quem pára por ali de bobeira. Ele diz que, por trás da cortina preta que faz a divisória entre a sala do cinema e "a realidade que fica do lado de fora", acontece muita coisa que seria interessante de se contar para um jornalista. Que o movimento rola o dia inteiro – principalmente depois do advento dos shoppings populares – e que a maioria dos fregueses "é tudo viado". Que tem cara que leva a mulher pra outro pegar. Um monte de história, você pode imaginar. Mas tem um lance que o tiozinho provavelmente não espalha por aí. Sobre a aflição que dá ao abrir a correntinha para a passagem do cliente que está de saída e este, sem fazer cerimônia, dá um tapinha nas costas e agradece. De princípio, não dá pra entender porque um gesto cordial como esse incomoda tanto o funcionário. Mas é só imaginar por onde aquela mão pode ter passado que qualquer cristão dá a mais absoluta razão ao coitado. E você ainda reclama do seu emprego.
De qualquer maneira, é muito gratificante ver que as produções brasileiras têm tanto cartaz quanto as gringas - senão mais – em um circuito que tanto beneficia os amantes desta vertente visceral da sétima arte e, porque não dizer, do cinema alternativo. Saber que a capital mineira não fica pra trás neste movimento a favor da popularização da cultura – seja por meio de projetos governamentais como o da reforma Praça da Liberdade, que resultará no Circuito Cultural de Belo Horizonte; ou por meio de iniciativas privadas de comerciantes que sabem realmente o que o povo quer - aumenta a auto-estima e enche de orgulho o cidadão belo-horizontino. E é sempre bom lembrar que, por mais que a tecnologia da internet de banda-larga permita baixar arquivos de vídeos que ainda nem foram lançados nos cinemas – embora sejam comercializados de pronto a menos de cinco pilas nos shoppings de camelô -, chega uma hora em que o sujeito tem que dar um descanso da patroa e tirar um tempo só pra ele mesmo. E se puder fazer isso com o pretexto de se interar com a cultura popular, ainda melhor. Tem coisas que só o centrão faz por você.

Por Pedro MirandaFonte: http://www.union.jor.br/reportagens/reportagem07_03.htm



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